Qual matéria está procurando ?

Ciências

Ciências

Extinção

Entenda o que é extinção e como o homem contribui para esse processo.

O termo extinção é usado para designar um ser vivo que não existe mais em determinado ecossistema. Um exemplo bastante conhecido por todos é o dos dinossauros, que desapareceram completamente da superfície terrestre há aproximadamente 66 milhões de anos. Além desse exemplo, podemos citar os mamutes, que há quatro mil anos não são mais avistados.

A extinção, apesar de bastante triste, é um processo que ocorre na natureza constantemente. Algumas espécies, por exemplo, sofrem transformações tão grandes, em face do meio em que vivem, que podem ser consideradas novas espécies. Assim sendo, aquela espécie inicial extingue-se e uma nova espécie é formada.

A extinção acontece por diversos motivos, seja uma catástrofe, seja a ação do homem no meio. Como exemplos de catástrofes que podem resultar em extinção, podemos citar a queda de meteoros, glaciações, aquecimento global, erupções vulcânicas, alterações no nível do mar, entre outros processos que não podem ser evitados.

As catástrofes normalmente causam a extinção de uma só vez de vários grupos de organismos. Essas extinções abruptas são chamadas de extinções em massa. No Permiano, há aproximadamente 225 milhões de anos, ocorreu a maior extinção em massa que os pesquisadores têm relato. Estima-se que nesse período morreram em média 90% de todas as espécies existentes no mundo.

Algumas espécies extintas podem ser observadas em fósseis

O homem é, sem dúvidas, o maior causador da extinção de espécies na atualidade. É ele o responsável por destruir florestas, implantar pastagens, ampliar cidades, poluir o solo, o ar e água, além de vários outros processos que afetam diretamente o meio ambiente e o habitat de diferentes espécies. Além disso, a caça e a exploração excessiva de determinadas espécies podem ocasionar o seu desaparecimento.

Outro problema atual e bastante importante é a introdução de espécies exóticas, ou seja, de espécies que não eram encontradas em determinada área. Introduzir novas espécies pode gerar competição ou até mesmo predação. Inserir um peixe novo em um lago, por exemplo, pode ser fatal para as espécies já pertencentes àquele local, seja porque elas precisam dividir o alimento, seja por causa da morte das espécies locais causada pela que foi introduzida.

Diversas espécies encontram-se ameaçadas de extinção, ou seja, correm risco de desaparecer completamente do planeta. Entre as espécies de animais ameaçadas, podemos citar a baleia-franca, o mico-leão-preto, o lobo-guará, tatu-bola, entre outras. Vale destacar que algumas plantas também correm risco de extinção, como é o caso da aroeira, jaborandi, mogno, castanheira, gravatá, entre outras.

Nós podemos evitar a extinção de diversas espécies ajudando a preservar o meio ambiente e fazendo uso sustentável dos recursos naturais. Juntos podemos evitar extinções desencadeadas pelo homem, mantendo um ambiente harmonioso para várias espécies.


Por Ma. Vanessa dos Santos

O lobo-guará é uma espécie que se encontra atualmente ameaçada de extinção O lobo-guará é uma espécie que se encontra atualmente ameaçada de extinção
Por Vanessa Sardinha dos Santos

Você pode se interessar também

Ciências

Animais ameaçados de extinção

Ciências

Animais em Extinção

Ciências

Conceito de Espécie

Ciências

Consequências da destruição de habitat

Últimos artigos

Predatismo

Predatismo ou predação é uma relação ecológica estabelecida entre indivíduos de espécies diferentes, na qual um organismo serve de alimento para outro.

Amensalismo

Amensalismo é uma relação ecológica em que uma das espécies envolvidas inibe o crescimento ou a reprodução de outra. Um exemplo dessa interação é a maré vermelha.

Camelos

Camelos são animais mamíferos que se destacam por possuírem duas corcovas, que funcionam como reserva de gordura, ajudando-os em momentos de escassez de alimento.

Maomé

Maomé ou Muhammad é o profeta do islamismo. Segundo a tradição islâmica, foi por meio das pregações dele que o islamismo surgiu como religião no século VII.