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Núcleos dos objetos: Direto e Indireto

Que tal conhecer mais um assunto acerca da nossa língua? Então clique e se certifique dos núcleos dos objetos direto e indireto.

No que se refere aos aprendizados que conquistamos acerca da Língua Portuguesa, percebemos que o fato de um assunto estabelecer uma estreita relação com outro faz com que concordemos de forma significativa que realmente se trata de uma sequência entre eles, isto é, dependendo da necessidade, é sempre bom estarmos dispostos a fazer uma revisão antes de partirmos para outro assunto que ainda é desconhecido. Assim, em face dessa realidade, o assunto principal de nossa conversa neste momento diz respeito aos núcleos dos objetos direto e indireto.

Nesse sentido, não nos custa nada relembrarmos acerca do conceito que se aplica à palavra “núcleo”, sendo essa caracterizada por aquele termo que atua como principal, ou seja, que representa maior importância. Indo mais adiante, nada impossibilita de revermos acerca do que seja o objeto direto e o objeto indireto. Você conhece aqueles verbos que não possuem sentido sozinhos e que sempre precisam de algo para lhes completar? Eis a verdadeira função do objeto direto e do objeto indireto, isto é, completar o sentido de verbos transitivos, ou melhor, sem sentido completo.

Partindo desse pressuposto, agora parece estarmos mais bem preparados para compreender acerca dos núcleos que se atribuem a esses elementos. Vejamos, pois, alguns exemplos:


Os núcleos dos objetos, direto e indireto, apresentam particularidades específicas

Entregamos fartas encomendas aos clientes.

Realizando a análise, temos que a expressão “fartas encomendas” atua como objeto direto; bem como “aos clientes” desempenha a função de objeto indireto.

Assim, torna-se correto, pertinente, afirmarmos que os núcleos, uma vez destacados, constituem-se de substantivos (encomendas e clientes).

Unimos o útil ao agradável naquele momento.

Continuando com a análise, temos que “o útil” desempenha a função de objeto direto e “ao agradável”, a função de objeto indireto.

Dessa forma, equivale afirmar que os núcleos, uma vez demarcados em vermelho, constituem-se de adjetivos substantivados.

Tudo lhe contava, sempre.

Agora temos que o pronome tudo representa o objeto direto; já o pronome lhe representa o objeto indireto.

Assim nos certificando, não é descabido afirmarmos que os núcleos, respectivamente, constituem-se por um pronome indefinido e por um pronome pessoal do caso oblíquo.

Até então nos pautamos por analisar objetos constituídos por apenas um núcleo, mas saiba que ele poderá aparecer com mais de um núcleo, é o que veremos a partir de agora:

Compramos doces e salgados.

Temos agora dois núcleos, constituídos de substantivos.

Assistimos à palestra e ao espetáculo.

Da mesma forma ocorre nesse contexto, em que os núcleos se formam por substantivos.

Aproveite para conferir as nossas videoaulas relacionadas ao assunto:

Classes gramaticais distintas compõem os núcleos dos objetos direto e indireto Classes gramaticais distintas compõem os núcleos dos objetos direto e indireto
Por Escola Kids

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